Diagnosticar cardiopatias congênitas cedo aumenta qualidade de vida
Na curadoria editorial da Unicetrex, reunimos publicações de fontes relevantes como Agência Brasil – Saúde para transformar atualização dispersa em leitura útil, contextualizada e acionável para médicos e cirurgiões.
Por que esta leitura importa
Esta é uma pauta relevante para médicos que buscam elevar segurança, previsibilidade assistencial e rigor técnico na prática cotidiana.
Resumo editorial
Cerca de 30 mil crianças com algum tipo de malformação no coração nascem no Brasil a cada ano, segundo o Ministério da Saúde.
Nesta sexta-feira (12), quando se celebra o Dia Nacional de Conscientização sobre a Cardiopatia Congênita, a coordenadora da Divisão de Cardiologia da Criança e do Adolescente do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Renata Mattos, destaca que o acesso ao diagnóstico está aumentando no país.
“Aqui, na Região Sudeste, a gente tem mais acesso do que na Região Norte, por exemplo.
Mas, de forma geral, a gente vê que o diagnóstico está sendo feito e o acesso ao tratamento está cada vez melhor”, avalia a cardiologista pediátrica, que é especialista em hemodinâmica de cardiopatias congênitas.
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